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O BRASIL NA ARTE POPULAR | 40 anos do Museu Casa do Pontal | Museu Histórico Nacional

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Como parte da programação cultural das Olimpíadas do Rio, e a convite do Museu Histórico Nacional, o Museu Casa do Pontal inaugura na próxima terça-feira, 16 de agosto, às 10h, uma exposição de arte popular, que celebra a cultura popular brasileira e também os 40 anos do Museu Casa do Pontal. A exposição ficará aberta até o dia 30 de outubro deste ano. Uma ótima oportunidade de ver de perto e conhecer melhor as várias vertentes da nossa cultura.

São mais de 150 obras, de 35 artistas, de 11 estados brasileiros: Alagoas, Ceará, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Sergipe e São Paulo.

Mais informações no link a seguir: http://www.museucasadopontal.com.br/pt-br/exposicao/o-brasil-na-arte-popular-40-anos-do-museu-casa-do-pontal

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MUSEU HISTÓRICO NACIONAL | Praça Marechal Âncora s/n – Centro – Rio

16 de agosto a 30 de outubro

terça a sexta, das 10h às 17h30 | sábados, domingos e feriados, das 14h às 18h

13 agosto 2016 at 13:44 Deixe um comentário

RIO: PRIMEIRAS POSES | Instituto Moreira Salles

rio primeiras poses

Estará em cartaz até o dia 31 de dezembro deste ano, no IMS (Instituto Moreira Salles) a exposição RIO: PRIMEIRAS POSES, na qual a capital Carioca é retratada por diversos fotógrafos — renomados, amadores e anônimos —, entre 1840 e 1930.

A exposição percorre nove décadas de produção fotográfica no Rio de Janeiro, com fotos que documentam a cidade no Império, em especial durante o Segundo Reinado de d. Pedro II, e as primeiras quatro décadas da República.

Augusto Malta, Avenida Central, atual Rio Branco – um ano após a inauguração da instalação de iluminação incandescente, 1906, Coleção Brascan Cem Anos no Brasil, Acervo Instituto Moreira Salles, Gelatina e prata, 24 cm x 30 cm

Augusto Malta | Avenida Central (atual Rio Branco) – um ano após a inauguração da instalação de iluminação incandescente, 1906. Acervo Instituto Moreira Salles, Gelatina e prata, 24 cm x 30 cm

Estão expostas 450 imagens de fotógrafos como Abraham-Louis Buvelot, Georges Leuzinger, Victor Frond,Augusto Stahl, Revert Henri Klumb, Albert Henschel, Marc Ferrez, Joaquim Insley Pacheco, Hubner e Amaral, Carlos Bippus, Lopes, José dos Santos Affonso, Thiele, W. Kollien, Augusto Malta e Guilherme Santos, todas pertencentes ao acervo do IMS e escolhidas entre cerca de 10 mil imagens desse período. Muitas das fotos apresentadas nesta exposição nunca antes foram exibidas.

Copacabana, atual Posto 6, com o Morro Dois Irmãos ao fundo, c. 1895. Detalhe de foto de Marc Ferrez | acervo IMS.

Copacabana (atual Posto 6), com o Morro Dois Irmãos ao fundo, c. 1895. Detalhe de foto de Marc Ferrez | acervo IMS.

Organizada em seis ambientes dispostos em ordem cronológica, a exposição apresenta cerca de 250 fotografias originais, nas paredes e em vitrines, e mais três conjuntos de imagens em estruturas multimídia: espaço de projeção em 2,20 x 9 m, dois mapas interativos comandados por telas touchscreen e dois monitores com 75 fotos estereoscópicas cada, com visualização em 3D. As imagens digitalizadas e as ferramentas de visualização com magnificação oferecem ao visitante a possibilidade de observar detalhes nas fotografias que não seriam facilmente vistos nos originais.

Augusto Malta, Vista tomada do morro do Corcovado, 1906, Coleção Brascan Cem Anos no Brasil,Acervo Instituto Moreira Salles, Gelatina e Prata, 22,6 cm x 28,5 cm

Augusto Malta | Vista tomada do morro do Corcovado, 1906. Acervo Instituto Moreira Salles, Gelatina e Prata, 22,6 cm x 28,5 cm

Dois ambientes dedicados ao período que vai da década de 1850 à década de 1890, com fotos de Stahl, Leuzinger, Klumb, Frond e Ferrez, revelam a memória de uma paisagem urbana e traços de uma arquitetura estruturada ainda no período colonial e desenvolvida com maior intensidade depois da chegada da família real portuguesa em 1808. Nos demais ambientes, a exposição apresenta imagens que mostram as mudanças e reformas urbanas promovidas no início do século XX, em particular durante a administração Pereira Passos (1902-1906), com a construção da avenida Central, a inauguração da avenida Beira-Mar em direção à Glória, ao Catete, ao Flamengo e a Botafogo e a obras de melhoramento do porto do Rio de Janeiro e do canal do Mangue, entre outras. Essas ações foram registradas em particular por Augusto Malta, fotógrafo a serviço da prefeitura e de empresas como a Light, que incorpora em suas imagens tanto a cidade como sua população durante a transformação radical do “bota-abaixo” representado pela abertura da avenida Central e a posterior remoção do morro do Castelo.

Marc Ferrez/ Coleção Gilberto Ferrez/ Acervo Instituto Moreira Salles. Avenida Central na altura da Rua do Ouvidor, com rua Miguel Couto, Rio de Janeiro, c. 1906. Negativo de Vidro.

Marc Ferrez | Avenida Central na altura da Rua do Ouvidor, com rua Miguel Couto, Rio de Janeiro, c. 1906. Acervo Instituto Moreira Salles. Negativo de Vidro.

Marc Ferrez, único entre os fotógrafos reunidos na mostra a atravessar os dois séculos, realiza sua grande e última obra com o Álbum da avenida Central, que está destacado em um dos núcleos da exposição. Ferrez e Malta construiriam, com seus trabalhos, o principal legado da fotografia para a memória da cidade na passagem do século XIX para o XX.

Texto informativo extraído do site do IMS.

Para mais detalhes, visite o site especial da exposição: http://rioprimeirasposes.ims.com.br

RIO: PRIMEIRAS POSES | Visões da cidade a partir da chegada da fotografia (1840-1930) 

Instituto Moreira Salles – Rio de Janeiro
Rua Marquês de São Vicente 476, Gávea
Tel. (21) 3284-7400 | (21) 3206-2500

De terça a domingo, das 11h às 20h
Entrada franca | Classificação livre

Até 31 de dezembro de 2015.

 

2 outubro 2015 at 19:58 Deixe um comentário

AZUL COBALTO | Galeria Scenarium

azul cobalto

Um objeto polissêmico portador de múltiplos significados. Produtos da vida cotidiana presente e pretérita, capazes de revelar traços marcantes da sociedade que aqui se formou. Material perfeitamente adaptado à vida nos trópicos, cumprindo uma função utilitária e decorativa, capaz de desvelar influências, gostos, redes de comércio, relações, estórias e memórias. Elemento ao mesmo tempo abrangente, capaz de descrever parte do progresso técnico e cultural da Sociedade Ocidental, restrito e particular, uma vez que foi testemunho da vida cotidiana e doméstica nas cidades. Apresentar parte dessa história é o que pretende a exposição Azul Cobalto – Azulejos e Memórias. A exposição traz azulejos produzidos em distintos países, como Holanda, França, Bélgica, Portugal, Alemanha e Inglaterra, e discorre sobre a evolução técnica e estilística destes objetos, presentes na arquitetura brasileira desde o século XVII. [texto extraído daqui]

A seguir, algumas fotos que fiz quando visitei a exposição no início de julho. Clique nas imagens para ampliá-las.

Azulejos Brasileiros. Fabricação: Itaipava, Rio de Janeiro, Brasil. Década de 70 e 80.

Azulejos Brasileiros. Fabricação: Itaipava, Rio de Janeiro, Brasil. Década de 70 e 80.

Azulejos Portugueses. Fábrica: Viúva Lamego. Sintra , Portugal. Data: cerca de 1900.

Azulejos Portugueses. Fábrica: Viúva Lamego. Sintra, Portugal. Data: cerca de 1900.

Azulejos Franceses, tipo Pas-de-Calais. Fabricação: Fourmaintraux-Hornoy. Rue des Potiers, Desvres, Pas-de-Calais. Dimensões: 110x110 mm. Século XIX.

Azulejos Franceses, tipo Pas-de-Calais. Fabricação: Fourmaintraux-Hornoy. Dimensões: 110×110 mm. Século XIX.

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Azulejos Franceses. Pas-de-Calais, Desvres, França. “Maison Formaintraux Freres, Jules Formaintraux succ. Data: 1877

Azulejos Franceses. Pas-de-Calais, Desvres. Maison Formaintraux Freres. Data: 1877.

Azulejo Carvalhinho do Porto. Cerca de 1890. Cidade do Porto, Portugal. Originalmente o painel era composto por 4 peças centrais (14x14cm) emoldurados por 8 barretes e 2 cantoneiras. Obs: Material retirado de uma casa entre os bairros cariocas do Engenho Novo e Lins de Vasconcelos.

Azulejos Carvalhinho do Porto. Cerca de 1890. Cidade do Porto, Portugal. Originalmente o painel era composto por 4 peças centrais (14x14cm) emoldurados por 8 barretes e 2 cantoneiras. Material retirado de uma casa entre os bairros cariocas do Engenho Novo e Lins de Vasconcelos.

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Azulejo brasileiro. Fabricação IRFM (Indústrias Reunidas Fábricas Matarazzo). Data: cerca de 1950.

Azulejos brasileiros. Fabricação IRFM (Indústrias Reunidas Fábricas Matarazzo). Data: cerca de 1950.

Friso superior: Azulejo Belga. Fabricação Boch Frères, La Louviere, Bélgica. Entre: 1841-1879. Abaixo:“Borboletas Belgas” Azulejo Art Nouveau. Data: Cerca de 1911.

Friso superior: Azulejos belgas. Fabricação Boch Frères, La Louviere. Entre 1841-1879. Abaixo:“Borboletas Belgas” Azulejos Art Nouveau. Data: cerca de 1911.

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Azulejos belgas. Fabricação: Les Majoliques de Hasselt. Data: cerca de 1900.

Azulejos belgas. Fabricação: Les Majoliques de Hasselt. Data: cerca de 1900.

Azulejos belgas. Fabricação: Les Majoliques de Hasselt. Data: cerca de 1900.

Azulejos belgas. Fabricação: Les Majoliques de Hasselt. Data: cerca de 1900.

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Azul Cobalto, Azulejos e Memórias.

Azul Cobalto, Azulejos e Memórias.

Azul Cobalto, Azulejos e Memórias.

A mostra permanente acontece na Galeria Scenarium, na Rua do Lavradio nº 15 (Centro do Rio), de terça a sábado, das 13h às 19h. ENTRADA FRANCA. Para mais informações sobre a exposição clique no link abaixo:

www.galeriascenarium.com.br/#!azul-cobalto/c1biv

31 julho 2015 at 19:25 5 comentários


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