OBJETOS COMO REFERÊNCIA PARA CRIAÇÃO DE ESTAMPAS

29 março 2011 at 0:09 31 comentários

No ano passado, durante as aulas de Laboratório CAD para Estampa I, da Pós-Graduação em Design de Estamparia, tive, enfim, a oportunidade de elaborar uma padronagem na qual já vinha pensando há algum tempo.

A primeira vez em que vi a caixinha de madeira entalhada na casa da minha amiga Kátia Bonfadini, imediatamente pensei que ela seria uma ótima referência, que daria uma bonita estampa. Preciso admitir que ver estampas e padronagens mesmo onde elas não existem é algo que acontece comigo frequentemente. Só depois desse impacto inicial pude apreciar, de fato, os entalhes da caixinha de madeira indiana, um recipiente criado originalmente para guardar chá.

Meu primeiro contato com a caixinha se deu em 2005, e eu me lembro de, na época, ter tirado várias fotos dela imaginando um dia poder usá-la de algum modo para criar estampas — o que acabou acontecendo 5 anos mais tarde.

O projeto final do Laboratório CAD para Estampa I consistia em desenvolvermos uma coleção de estampas vetoriais tendo um país como tema. No sorteio, fui contemplado com a Índia — o que me deixou muito satisfeito e me fez lembrar de imediato da tal caixinha de madeira. Para este trabalho precisaríamos criar 3 estampas corridas e 3 estampas localizadas, sendo que cada uma deveria ter 2 variantes de cor, ou seja, um total de 18 itens.

O primeiro passo do projeto foi elaborar um painel imagético — resultado das pesquisas que eu havia feito em busca de referências relacionadas à Índia. Este painel se constituía numa colagem (virtual) contendo as imagens mais representativas do meu tema e que apresentavam potencial em termos de estamparia. Para mim foi dificílimo selecionar apenas 6 referências diante da quantidade de fotos interessantes que encontrei. Mas de uma coisa eu tinha certeza: a caixinha de madeira entalhada faria parte do projeto.

Não há obrigatoriedade em que o painel contenha apenas as referências que serão realmente utilizadas. Ele pode apresentar outras imagens que transmitam o “clima” da coleção. Além disso, como nesta etapa ainda não se pode ter certeza das referências que efetivamente funcionarão, é interessante haver algumas possibilidades adicionais para o caso de algum estudo não sair como o imaginado. Preciso dizer que, com exceção das fotos feitas por mim mesmo, as fotografias encontradas na Internet serviram apenas para fins inspiracionais (e acadêmicos), não tendo sido usadas diretamente em nenhuma estampa ou de forma comercial. Na verdade, esta colagem nunca foi divulgada fora da faculdade — só o faço agora para melhor compreensão das etapas do processo.

O segundo passo foi a elaboração de uma cartela de cores. Para tanto, usei as imagens do painel a fim de definir as tonalidades mais apropriadas ao tema, considerando, sobretudo, as características da arte e cultura indianas.

Como não havia limite em termos de quantidade, acabei determinando 15 cores para a cartela. Algumas estampas do projeto deveriam apresentar 8 cores, além disso, haveria a necessidade de duas variantes para cada estampa. Assim, achei melhor não ser muito econômico neste aspecto. Evidentemente, cores saturadas e contrastantes não poderiam estar ausentes numa cartela relacionada à Índia, e eu considerei não apenas este fator, mas também a relevância de tonalidades claras e escuras, quentes e frias, marcantes e neutras. Ainda sobre a cartela de cores, particularmente, acho importante que ela seja estabelecida na etapa inicial do projeto, pois acredito que isso pode otimizar os estudos com os motivos, uma vez que eles poderão ser feitos levando em conta as tonalidades já definidas — mesmo que estas combinações de cores experimentais não sejam as definitivas.

Com as cores determinadas, o passo seguinte foi começar os experimentos em relação aos motivos a serem explorados — por uma questão de espaço, vou considerar neste post apenas a caixinha de madeira como elemento de referência para o meu projeto.

Como disse anteriormente, eu tinha feito várias fotografias da caixinha entalhada. Assim, escolhi a melhor foto em termos de resolução e tamanho a fim de imprimi-la em papel A4. Antes disso, usando o Photoshop, fiz ajustes de brilho, contraste e nitidez na imagem para que os detalhes fossem percebidos mais claramente, e também para que ela tivesse o formato de um quadrado perfeito.

Minha intenção ao usar a caixinha como referência não era criar algo absolutamente novo a partir dela, mas, ao contrário, me apropriar de uma imagem peculiar a fim de reconstruí-la para outra finalidade com um novo padrão estético. Como eu estava imaginando elaborar estampas para decoração, achei que quanto mais literal fosse minha interpretação, menos descaracterizado seria o resultado. Meu interesse não era sugerir a Índia ou remeter a ela, mas representá-la nitidamente tirando partido de alguns de seus aspectos reconhecidos mais característicos.

Observando a imagem da caixinha percebe-se que ela explora um motivo floral simétrico. Contudo, por se tratar de um trabalho artesanal, havia muitas irregularidades, próprias do entalhe feito à mão, que achei melhor não reproduzir. Assim, antes de prender o papel vegetal sobre a imagem impressa, escolhi o canto mais bem acabado. Com a lapiseira, desenhei a flor central procurando manter um traço irregular. Depois, desenhei apenas o ramo de um dos quadrantes — este mesmo ramo poderia ser rebatido para o lado oposto duplicando o desenho, que poderia ser novamente rebatido para a extremidade oposta a fim de completar inteiramente o motivo.

No caso de desenhar no papel vegetal sobre uma imagem, eu sempre o faço antes a lápis, não apenas pelo grafite me parecer mais “maleável”, bem como pela facilidade em poder apagar algo que não me agradou. Entretanto, nem sempre o desenho a lápis pode ser usado diretamente na vetorização. Assim, depois disso, refaço todo o desenho com caneta hidrocor (preta, de preferência).

Durante o redesenho com a caneta, preencho toda a área antes apenas contornada e aproveito para fazer pequenos ajustes a fim de facilitar a vetorização do motivo. Como o desenho está sendo feito à mão-livre é natural que não haja perfeição em termos dos traços. Observando bem de perto, algumas bordas não ficam tão chapadas (sólidas) quanto deveriam — como pode ser visto no detalhe da imagem abaixo.

Eu costumo usar uma espécie de truque (pelo menos eu o considero assim) para deixar completamente nítido o traçado do desenho feito com a caneta. Depois de escaneada, abro a imagem no Photoshop e ajusto o brilho e o contraste. Isso faz com que a imagem fique bem mais nítida que o original escaneado. Contudo, as imperfeições permanecem — às vezes até se acentuam. Para eliminá-las, (ou reduzi-las bastante) uso o filtro Gaussian Blur, num nível moderado, o que faz o desenho ficar inteiramente borrado. Em seguida, ajusto mais uma vez o brilho e o contraste até que a imagem volte a ter nitidez. Esse procedimento modifica ligeiramente a forma do desenho original (uma mudança irrelevante no caso deste motivo), mas costuma deixá-lo bem mais definido que antes.

Depois disso, ainda no Photoshop, modifico as cores dos elementos que não desejo que permaneçam solidificados a outros — como, por exemplo, as flores pequenas e os caules. Na versão feita com a caneta estes elementos não estavam unidos, mas eu queria evitar o espaço entre eles. Assim, no Photoshop, destaquei as flores dos ramos pintando-as de vermelho, depois prolonguei os caules até que encostassem nelas. Deste modo, na hora da vetorização, as flores seriam elementos independentes do restante do desenho. A flor maior, isolada pelo fundo branco, também seria um elemento separado do restante do motivo.

Usando o Power Trace do Corel em contorno como tipo de rastreio e em clipart como tipo de imagem, fiz os devidos ajustes de suavização e defini apenas 3 cores (vermelho, preto e branco) para o resultado. Eu poderia ter removido o fundo para obter o traço apenas do desenho, mas como nem sempre apenas o fundo verdadeiro é reconhecido como tal, preferi deixar esta opção desmarcada.

Depois de obtido o traço, de volta ao Corel, desagrupo os elementos e deleto as partes que não me interessam (como o fundo, neste caso). Em seguida, faço todos os ajustes necessários a fim de corrigir as eventuais falhas nas bordas do desenho. Para tanto, elimino alguns nós ou apenas mudo sua posição — e esta pode ser a parte mais demorada e trabalhosa de todas. Depois disso, pinto os elementos com as cores da cartela sem pensar ainda nas combinações definitivas. Quando observei o desenho pintado, achei que a flor maior havia ficado solta demais, não parecendo fazer parte do grupo. Assim, prolonguei parte do caule até que ele atingisse a flor central. Continuando, rebati para a direita o grupo composto pelo caule e flores pequenas a fim de completar simetricamente o desenho. Repeti o procedimento no sentido vertical para formar o motivo inteiro — que acabou se constituindo no módulo de repetição.

Definido o módulo, apliquei-o ao sistema de repetição de meio-salto (half drop), o que significa que a repetição dos módulos na horizontal se daria de forma desencontrada, ou seja, o centro da flor maior seria o limite para o topo e a base dos módulos lateralmente adjacentes (como pode ser visto acima). Só depois de estabelecer estes parâmetros costumo adicionar o fundo (no caso desta estampa um fundo liso), mas isso não é uma regra, pois depende de uma série de variáveis. O próximo passo é pensar nas combinações de cores.

A elaboração dos estudos de cor (ou harmonias de cor) é a etapa que me dá mais prazer em todo o processo, mas também é a que considero de maior complexidade, já que uma combinação de cores mal-feita pode aniquilar uma boa estampa. Não acredito que exista uma regra fixa para que se tenha sucesso nessa tarefa, pois em termos de estampa tudo pode ser muito relativo. Eu costumo usar um critério que, neste caso, funcionou satisfatoriamente. Para mim, as variantes de cor só se justificam se forem tão distintas da estampa original que pareçam novas estampas. É claro que essa “grande diferença” nem sempre pode ser obtida, sobretudo se a cartela de cores não for muito ampla. Porém, uma relação que me parece importantíssima neste caso é o binômio “figura e fundo”. Modificando as relações entre estes dois “elementos” é possível obter resultados surpreendentes. Assim, considerando este princípio, fui combinando as cores da cartela procurando alternar fundos escuros com figuras claras (e vice-versa) e também testando fundos e figuras de cor intermediária. Normalmente faço mais do que o triplo de estudos necessários para poder selecionar os melhores resultados. Abaixo, podem ser vistos os estudos escolhidos, já formatados na apresentação do projeto. Observando-se as cores de cada estampa na lateral esquerda da apresentação percebe-se que elas são praticamente as mesmas. Entretanto, os elementos nos quais elas foram aplicadas fazem com que as estampas pareçam bem diferentes umas das outras.

Na estampa acima explorei um fundo de tom intermediário com figuras em cores também intermediárias e escuras.

Nesta primeira variante tirei partido de um fundo claro combinado com figuras em cores intermediárias e escuras.

Na segunda variante explorei um fundo escuro como base para figuras em cores claras e intermediárias.

Abaixo, uma amostra da padronagem impressa digitalmente, sobre algodão, feita no campus Riachuelo do SENAI-CETIQT — como exemplificação da disciplina Processos e Aplicações em Estamparia.

Acabei aproveitando esta estampa desenvolvida em aula para aplicar nos produtos da Envelop, como já divulguei aqui no blog, pois achei que o resultado poderia ficar bem interessante em itens, como: almofadas, jogos-americanos, guardanapos, aventais e sacolas.

Evidentemente, existem diversas formas de explorar objetos como fonte de referência para a criação de estampas — nem todas tão “literais” quanto esta que apresentei aqui. Meu propósito com este post foi mostrar procedimentos que podem ser adotados na elaboração de estampas e padronagens desde sua concepção até o resultado final. Acredito que só é possível dar o devido valor a algo que se conhece. Talvez, enumerando e descrevendo as etapas envolvidas no processo de criação de uma estampa relativamente simples seja mais fácil compreender o quão trabalhoso este ofício pode ser.

 

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FILIGRANA + ALLUMINARE LIVROS | DESIGN | ESTAMPARIA [4]

31 Comentários Add your own

  • 1. Katia Bonfadini  |  29 março 2011 às 5:37

    Waguito, AMEI o post! Na minha opinião, foi um dos melhores que vc já escreveu pela riqueza de detalhes e informações super úteis! Puxa, fiquei com a maior vontade de mostrar minhas peças logo! Seu post ficou ótimo e dá pra perceber o prazer que você tem em cada passo do processo de criação!!!!!!!!!!!!!!! Parabéns pelo belíssimo trabalho! Estou olhando pras almofadas agora e fiquei com vontade de ter todas as cores!!!!!!!!!!!!!! Beijão!

    Responder
    • 2. Wagner Campelo  |  29 março 2011 às 22:12

      Não sei se foi um dos melhores, Bonfinha, mas com certeza foi o post mais extenso.
      Estou curioso pra ver de perto as peças estampadas. Depois de fotografá-las vou atualizar este post com as imagens!
      Obrigado pelos elogios e também por ter tido uma importante (importantíssima, aliás) participação no meu processo criativo: sem a sua caixinha estas estampas jamais teriam existido.
      Beijo!

      Responder
  • 3. Danny Barros  |  29 março 2011 às 8:45

    Wagner… nem precisava falar que amei este post… nossa, este processo é super trabalhoso, mas a beleza e a identidade dos seus desenhos é única… eu já consigo reconhecer seu trabalho, quando vejo alguma imagem perdida na net…
    Adoro seu estilo.
    Eu sou autodidata, e já havia feito algumas experiências com estamparia mas em papel… este post vai me ajudar muito em novas idéias…

    Obrigada por compartilhar seu conhecimento, é isso que o torna único… você o faz com maestria e desprendimento…
    Desejo a você muito sucesso sempe!😀

    Responder
    • 4. Wagner Campelo  |  29 março 2011 às 22:26

      Obrigado pelo comentário, Danny!
      Fico contente em saber que, de algum modo, meus posts podem interessar a outras pessoas e estimular novas ideias.
      Minha intenção com estes “posts passo-a-passo” não é tanto evidenciar alguns dos processos que utilizo, mas justamente, a partir deles, suscitar nos prováveis leitores a possibilidade de que criem seus próprios métodos… Penso que isso teria me auxiliado muito na época em que comecei.
      Abraço!

      Responder
  • 5. Patricia Haddad  |  29 março 2011 às 9:34

    Não sou designer, mas adoro lidar com coisas visuais, com arte etc. Amei seu post. Super didático. Parabéns por suas criações, fico realmente encantada. Tenho que agradecer à Kate, porque foi por meio dela que conheci seu trabalho. Acompanho desde as fotos do Flickr feitas com uma Sony bem simples. Bjs!

    Responder
    • 6. Wagner Campelo  |  29 março 2011 às 22:32

      Obrigado pela visita e comentário, Haddad!
      Que bom que gostou do post, e também das minhas criações.
      Quanto às fotos… preciso atualizar meu álbum urgentemente (he he he)!
      Beijo.

      Responder
  • 7. Rachel  |  29 março 2011 às 10:20

    Wagner, seu post está belíssimo!!!Seu processo de criação está bem claro, muito bom. Seus trabalhos são lindíssimos, amo todos, vc tem um bom gosto incrível…Obrigada por compartilhar!Sucesso!!!

    Responder
    • 8. Wagner Campelo  |  29 março 2011 às 22:43

      Muito obrigado pelos elogios, Rachel!
      Fico feliz que minhas experiências possam ter alguma utilidade para outras pessoas!
      Abraço.

      Responder
  • 9. rafael hatadani  |  29 março 2011 às 10:42

    excelente trabalho, quando vi o resultado final no tecido fiquei impressionado. O melhor de tudo é você ter compartilhado seu método. Concluí meu tcc no ano passado (usei bastante como referencias o trabalho da renata rubim), nele propus um método de criação de padronagens para papéis de scrapbooking . Se assemelha bastante em algumas etapas com o seu. Trabalho mais voltado à ilustração hoje, mas estou sempre utilizando os rapports. Dê uma olhada se tiver tempo!
    http://hatadani.deviantart.com/gallery/

    um abraço

    Responder
    • 10. Wagner Campelo  |  29 março 2011 às 23:04

      Pois é, Rafael, eu acredito que a ideia de compartilhar alguns dos processos que adoto pode servir para estimular, de alguma forma, os processos de outras pessoas. Acabei de concluir meu TCC e, por coincidência, meu tema foi uma proposta metodológica para criação de estampas a partir do processo criativo, visando otimizar o trabalho do designer de superfície.
      Dei uma olhada no seu portfolio e gostei do resultado — isso me faz acreditar que o método que você propôs deve ser bem interessante e eficaz. Obrigado pela visita e comentário.
      Abraço.

      Responder
  • 11. Denise Padoan  |  29 março 2011 às 21:53

    Wagner, de novo cheguei ao seu post através da Bonfa! Nossa! realmente o processo é bastante trabalhoso… Não imaginava que seria assim! Adorei a riqueza de detalhes e no final, a estampa ficou maravilhosa!!!! Aliás, como as suas outras!
    Parabéns!
    Beijos

    Responder
    • 12. Wagner Campelo  |  29 março 2011 às 23:52

      Oi, Denise
      Existem outros processos que podem ser empregados nas elaboração de estampas — uns mais simples, outros mais complexos. Em todo caso, quase sempre há diferentes etapas das quais não há como escapar.
      Obrigado pela visita e pelos elogios!
      Abraço.

      Responder
  • 13. Natália Almeida  |  29 março 2011 às 22:30

    Wagner, acompanho o seu blog há um tempo e gosto muito do conteúdo dos seus posts, mas nesse você realmente se superou! Estou começando a desenhar estampas, sobretudo florais, e aprendo muito com você! Faço um processo parecido, com exceção de que às vezes desenho flores reais em papel, digitalizo e vetorizo no Illustrator.

    Estou montanto uma marca de bolsa com essas estampas. O site ainda não está pronto, mas quando estiver, dou um toque para você dar um olhada se tiver tempo.

    Obrigada mais uma vez pelos seus posts.

    Abs,

    Natália

    Responder
    • 14. Wagner Campelo  |  30 março 2011 às 0:14

      Muito obrigado, Natália! De fato, existem muitas possibilidades criativas dependendo da intenção, sobretudo.
      Fico contente que você tenha gostado do post.
      Quando o seu site estiver pronto me avise, sim, pois quero ver suas estampas nas bolsas!
      Abraço.

      Responder
  • 15. Sílvia  |  4 abril 2011 às 16:05

    Olá, Wagner.
    Acompanho teu blog e fiquei fascinada com esse post, sensacional.
    Obrigada por compartilhar teu processo criativo!
    O resultado?Lindíssimo!
    Bjos e ótima semana.

    Responder
    • 16. Wagner Campelo  |  4 abril 2011 às 18:29

      Obrigado pelos elogios, Sílvia.
      Ótima semana pra você também!

      Responder
  • 17. georgia aegerter  |  4 abril 2011 às 16:52

    Wagner, tudo bem?

    Nossa! Estou aqui fascinada com a tua visao, com a tua idéia com o teu trabalho lindo.
    Chamei até o Christian para ver o passo a passo e sabe, ele logo lembrou da nossa caixa de chaves que temos aqui em casa tb em madeira. Vou fazer umas fotos e te enviar quem sabe vc possa gostar do motivo e virar mais uma das tuas maravilhas.

    Boa semana e parabéns! Sou tua fa você sabe, né?

    Responder
    • 18. Wagner Campelo  |  4 abril 2011 às 18:30

      Muito obrigado, Georgia!
      Que bom que você gostou.
      Fico esperando as suas fotos.

      Responder
  • 19. giselelechner  |  6 abril 2011 às 18:38

    Gostei. Muito bom. Virei freguesa.

    Responder
  • 21. Dayane  |  14 abril 2011 às 22:05

    Olá Wagner,
    Acompanho teu blog, gosto muito das dicas, já usei algumas, e fiquei muito interessado no sistema de repetição de meio-salto (half drop), onde está este comando no corel, tem algum atalho?

    Obrigada

    Responder
    • 22. Wagner Campelo  |  17 abril 2011 às 0:32

      Oi, Dayane
      Eu não conheço um atalho para o meio-salto no Corel. Você precisaria converter seu módulo num símbolo e deslocá-lo na horizontal (para a esquerda e para a direita), através de comandos numéricos (X e Y) considerando a metade da altura do módulo adjacente. Eu não uso este sistema. O que eu faço é marcar o meio do módulo original com uma linha-guia horizontal e as laterais com duas linhas-guia verticais. Depois, vou duplicando os módulos e ajustando-os conforme as linhas-guia marcadas anteriormente.
      Abraço.

      Responder
      • 23. Dayane  |  20 abril 2011 às 23:03

        Olá,
        Entendi, acho que a maneira que tu faz ainda é mais simples do que converter em símbolo. Obrigada pela atenção.

        Abraço

        Responder
  • 24. Daniel  |  25 abril 2011 às 21:59

    Olá, Como sempre ótimo o blog. O segredo é compartilhar. Ensinar e aprender. E isso você faz muito bem.
    Parabéns! Muito bom!

    Responder
    • 25. Wagner Campelo  |  26 abril 2011 às 9:46

      Obrigado, Daniel!
      Eu acredito que compartilhar informações, técnicas ou métodos (por mais simples que eles sejam) pode ter alguma utilidade para quem gosta de criar.
      Abraço.

      Responder
  • 26. Maria José  |  4 maio 2011 às 10:38

    Oi Wagner.
    Já te conheço bem de comentários da Katia mas hoje, depois de ver as almofadas que você criou não tive como deixar de vir até aqui te dar os parabéns. Estou louca de paixão por elas. estive passeando pelo seu blog e me apaixonei por ele todo. Vou continuar passando por aqui para ver mais seus trabalhos. Obrigada por compartilhar, vendo tanto talento as vezes temos vontade de saber como foi que algo foi feito e assim ficamos contentes de você nos mostrar. Bjus.

    Responder
    • 27. Wagner Campelo  |  4 maio 2011 às 12:42

      Obrigado pela visita e comentário, Maria José.
      Que bom que gostou das almofadas estampadas e também do que viu aqui no blog.
      Sempre que tenho algum tempo me dedico mais aos posts que falam do processo criativo, pois recebo muitos e-mails me preguntando sobre isso. Estes posts dão trabalho (por causa dos detalhes), mas fico bastante satisfeito com o resultado e com a repercussão que eles costumam ter — e também por acreditar que eles podem ter alguma utilidade para os que me escrevem.
      Seja sempre bem-vinda!

      Responder
  • 28. Rosemere  |  5 maio 2011 às 5:39

    Wagner,

    Sou designer gráfica e adorei acompanhar o seu processo criativo.

    Obrigada por nos presentear com um texto tão didático (sim, eu sei que dá um trabalhão elaborar tudo isso, rsrs)! Virei sua fã!

    Bjos!

    Rose

    Responder
    • 29. Wagner Campelo  |  6 maio 2011 às 9:11

      Obrigado pela visita e comentário, Rose.
      Seja bem-vinda sempre!
      Beijo.

      Responder
  • 30. Ana Lucia  |  4 junho 2011 às 13:34

    Adorei o seu site! As explicações, referências e principalmente a sua gentileza em dividir conosco tudo isso. Sou design gráfica e gostaria muito de me aventurar nesta área. Parabéns.

    Responder
    • 31. Wagner Campelo  |  5 junho 2011 às 18:18

      Obrigado pela visita e comentário, Ana Lucia.
      Desejo a você boa sorte caso se aventure mesmo nessa área.
      Abraço.

      Responder

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Creative process of collage for print and pattern design.
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